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Terça-feira, Outubro 31, 2006
Às vezes tudo é lindo
Às vezes tudo engana
Mas basta um beijo teu e eu
Ai ai ai ai ai
(Ivan Lins)
posted by PARRIOT PB |
11:16 AM
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Segunda-feira, Outubro 30, 2006
MOMENTO JORNALISMO
LULA VENCE ALCKMIN E SE REELEGE PRESIDENTE
Cris Gutkoski
Redação UOL - São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conquistou seu segundo mandato neste domingo, 29 de outubro, reelegendo-se em segundo turno. Com mais de 58 milhões de votos, venceu Geraldo Alckmin (PSDB), que no primeiro turno havia conquistado uma supreendente soma de 41,6% dos votos válidos. A popularidade de Lula sobreviveu a um ano e meio de ataques diários da oposição, ao seu governo e ao seu partido, o PT, desde que foi deflagrada a chamada "crise do mensalão" no Congresso.
Dada a ampla vantagem, a reeleição foi proclamada pelo presidente do TSE, Marco Aurélio de Mello, ainda antes das 20h. Lula ganha um novo mandato embalado por uma avaliação positiva recorde de seu governo: 53% de ótimo ou bom, em outubro, segundo o Datafolha. Em seu último comício, na periferia de São Paulo, na noite de quarta-feira (dia 24), o presidente-candidato amparou-se nas estatísticas para desabafar: "Quero ver alguém sair com a avaliação que nós estamos hoje em final de mandato, depois de a gente apanhar quatro anos da imprensa brasileira, quatro anos em que as coisas boas que nós fazíamos não apareciam nos jornais".
No primeiro pronunciamento após eleito, em São Paulo, Lula agradeceu a reeleição "às pessoas que confiaram, ao povo brasileiro que em vários momentos foi instado a ter dúvida contra o governo". Segundo o presidente, a população soube diferenciar o que era ou não verdade e avaliou as melhorias nas condições de vida. "E contra isso não há adversário", disse Lula. "O povo sentiu na mesa, no prato e no bolso a melhora de vida".
As "coisas boas" apareceram numa eficiente propaganda gratuita para rádio e TV e, no segundo turno, nas perguntas e respostas de Lula em quatro confrontos televisivos com Alckmin. Alçado ao segundo turno menos por méritos próprios do que por falhas graves dos adversários, autores do escândalo do dossiê, Alckmin errou o tom da agressividade no primeiro debate na TV, na Rede Bandeirantes, em 8 de outubro, e viu estancar a sua curva ascendente nas pesquisas de intenção de voto. Também o apoio recebido de Anthony Garotinho (PMDB) no Rio foi interpretado como uma contradição no discurso em prol da ética do tucano.
Por meses, a reeleição de Lula era dada como certa ainda no primeiro turno, quando mais um escândalo envolvendo assessores do partido do presidente prolongou a campanha. Em 14 de setembro, a Polícia Federal desmontou um esquema para compra de dossiê contra o então candidato a governador José Serra (PSDB), cujos desdobramentos incluíram prisões, interrogatórios e revelação de nomes da campanha petista que levaram à queda do coordenador e presidente do PT, Ricardo Berzoini.
Lula classificou a operação de "abominável" na manhã de sábado, dia 16, em visita ao Pará. Em entrevista ao Bom Dia Brasil, disse que os petistas interessados no dossiê andavam mexendo "com bandidos" e que "mexer com bandido não dá certo". Feito uma fortaleza que a oposição tenta minar desde meados de 2005, quando foi revelado o esquema do mensalão na Câmara dos Deputados, Lula sobreviveu a mais um escândalo.
Exército de um homem só
"A verdade nua e crua é que nós conseguimos, com muita humildade, desmoralizar aqueles que nós sucedemos, aqueles que pensavam que sabiam tudo", disse o presidente em comício em São Bernardo do Campo, nas vésperas do primeiro turno, na mesma noite em que era duramente criticado por Alckmin, Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT) por se ausentar do debate na Rede Globo.
Acompanhada de uma série de números oficiais sobre geração de empregos, aumento e distribuição da renda, diminuição da pobreza e acesso a universidades privadas para estudantes carentes, a frase de Lula sintetiza uma das razões da reeleição. O seu governo teve desempenhos melhores do que o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em diversas áreas.
No horário gratuito deste ano, Lula dava depoimentos sozinho no cenário. Um quadro bem distinto do de 2002, quando o candidato aparecia na TV rodeado de grupos de notáveis, colaboradores de seu programa de governo. A solidão de Lula na propaganda fala também de suas sucessivas perdas na equipe de governo e no comando do PT. Saíram Oded Grajew, Frei Betto, Ricardo Kotscho, esses antes dos escândalos. Em 2005, foram substituídos na cúpula petista o presidente José Genoino, o secretário Silvio Pereira, o tesoureiro Delúbio Soares. Lula ainda perdeu seu ministro da Casa Civil, José Dirceu, depois cassado pela Câmara, e seu ministro da Fazenda, Antonio Palocci, suspeito de quebra de sigilo bancário. Na reta final antes do primeiro turno, precisou dispensar Berzoini do comando da campanha.
Como provaram as urnas neste domingo, o presidente agora reeleito não perdeu a popularidade nem os votos dos eleitores. O petismo deu lugar ao movimento batizado de "lulismo", que procura dissociar o presidente de seu partido de origem. Lula só lembrou de convocar a militância do PT (a famosa infantaria que de 1982 a 2004 foi às ruas com bandeiras vermelhas para carregar candidatos em apuros) quando as coisas apertaram no final do primeiro turno. Seu último comício, na periferia de São Paulo, reuniu cerca de 4.000 pessoas. Em 2002, os comícios de Lula nas capitais reuniram dezenas de milhares de pessoas.
Avaliação positiva recorde
Em termos de aprovação popular, o primeiro mandato de Lula teve um pico de avaliação positiva em agosto de 2006, com 52% de "ótimo/bom", um recorde histórico nas pesquisas do Datafolha. O recorde foi quebrado em outubro, dias antes da eleição: 53% de "ótimo/bom". O pior momento foi o final de 2005, ano da crise política e da instalação de CPIs para investigar denúncias de corrupção, quando a avaliação "ruim/péssimo" chegou a 29%, ultrapassando por um ponto percentual a de "ótimo/bom" (28%).
"Lula é imbatível porque não é uma pessoa, é um mito. O mito do presidente-obreiro, filho de catadores de cana, o que lhe assegura, independentemente do que faça ou deixe de fazer, a condição de herói popular, dentro e fora do Brasil", escreveu Hélio Jaguaribe na Folha, em 17 de setembro, no artigo "Mais um quadriênio perdido".
O sociólogo referia o estatuto de conto de fadas que envolve a biografia de Lula, do menino pobre que foge da seca no Nordeste, se submete a provas e enfrentamentos de toda a ordem em São Paulo e conquista o final feliz da eleição para presidente em 2002, após as derrotas de 1989, 1994 e 1998.
Jaguaribe apoiou Alckmin. Diferentemente dele, há um batalhão de economistas, sociólogos e cientistas políticos que detecta na reeleição de Lula os efeitos não do sonho ou do mito, mas de seu contrário, o da vida real melhorando aos poucos. Duplicando a trajetória do "herói" principal, histórias de ascensão social mereceram destaque na propaganda gratuita. Desde os brasileiros que comemoravam "mais acesso a arroz e feijão" até os assalariados que ganharam bolsa do Prouni para estudar em universidades privadas. "Quem fez isso antes? Ninguém fez. O meu filho hoje em dia é um universitário", disse uma mãe em lágrimas, e como ela centenas de milhares de brasileiros estão vendo pela primeira vez um integrante da família freqüentar as salas do ensino superior.
O próprio Lula se encarrega de recordar a subversão histórica que foi a eleição de um operário-presidente, o primeiro civil a ocupar o Palácio do Planalto sem diploma universitário.
"A minha classe, vocês sabem, não estava escrito que era pra gente chegar à Presidência", ele reiterou em comício em São Bernardo. "Vocês não sabem o que é o fardo de governar o país com uma parte pequena da elite preconceituosa, como a que temos no Brasil. Nós chegamos lá e tem gente que não nos perdoa, às vezes me provocando o tempo inteiro para ver se eu fico nervoso, se eu reajo".
Foi a quinta campanha de Lula à Presidência. Somando os turnos de 1989 (dois), 1994 (um), 1998 (um), 2002 (dois) e 2006 (dois), uma parte considerável do eleitorado votou em Lula neste domingo pela oitava vez em 17 anos.
posted by PARRIOT PB |
12:21 AM
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Terça-feira, Outubro 24, 2006
Episódio de hoje:JUST SING A SONG
Tá bom. Meio breguinha. Mas acabei me rendendo a uma singela música dos Carpenters. Acho tão bom ouvir músicas vibrantes e que tentam conduzir as pessoas à felicidade. Engraçado como achei essa música a cara deste blog, já que desde o primeiro slogan era "Forget the Rules" e a apresentação dizia: "Aqui é um espaço onde a palavra diz tudo. Sem preconceitos. Então fale. Grite, chore, mas fale."
Acredito que a palavra seja capaz de mudar o mundo. A palavra dita com a boca, com o olhar. Pra mim, tudo é palavra, tudo é comunicação. Nem sempre consigo comunicar o que realmente quero, o que realmente desejo, o que realmente estou pensando. Às vezes acho que a idade está me tirando a espontaneidade, mas às vezes também penso que ser espontâneo não é dizer tudo aquilo que vem à cabeça. Isso é coisa de criança. Amadurecer também significa pensar um pouco antes de falar.
Nosso mundo anda tão complicado, temos tantas pessoas ruins, que desejam o mal dos outros que às vezes dá vontade de parar no meio da rua e gritar: "PAREM!!!" E como num passe de mágica o mundo inteiro iria parar e alguns anjos desceriam à Terra e iriam arrumando pouco a pouco tudo o que está errado, pra só depois tudo voltar ao normal. Será que aguentaríamos o mundo diferente? Sinceramente, não sei.
Então gosto mesmo é de ouvir músicas como essa do Carpenters. Tão gostosa de se ouvir, tão bonita de se cantar. E sentir que algumas pessoas podem pensar como nós e que com um pouquinho de boa vontade podemos nos tornar pessoas melhores. Se cada um fizesse isso, um pouquinho por dia...
Texto do dia
SING
(Joe Raposo)
cantada por The Carpenters
Sing, sing a song
Sing out loud
Sing out strong
Sing of good things not bad
Sing of happy not sad.
Sing, sing a song
Make it simple to last
Your whole life long
Don't worry that it's not
Good enough for anyone
Else to hear
Just sing, sing a song.
Sing, sing a song
Let the world sing along
Sing of love there could be
Sing for you and for me.
Sing, sing a song
Make it simple to last
Your whole life long
Don't worry that it's not
Good enough for anyone
Else to hear
Just sing, sing a song.
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1:59 PM
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Quarta-feira, Outubro 18, 2006
Episódio de hoje: DIAS FORTES COMO AÇO COMEÇAM E O VENTO LEVOU... E DEIXOU..
Ontem foi um dia muito estranho e coincidência ou não, era o dia do Efeito 818. Nesse dia o mundo teve uma irradiação forte de Ultravioleta e tudo o que fosse mentalizado seria multiplicado. Era dia de desejarmos coisas boas pro mundo, paz, fé, esperança, coragem. Confesso que vivi numa comédia sem graça.
Parece que está cada vez mais difícil pensar em coisas boas no mundo de hoje, mas juro que tentei. Consegui desejar coisas boas pra mim, pra minha família, pra quem eu amo. Mas o dia estava realmente estranho e chegaram a concordar comigo, mesmo quem estava por fora do ¿efeito¿.
Acho realmente muito séria nossa relação com nossos pensamentos e como eles realmente fazem diferença. Quantas vezes me surpreendi conseguindo coisas que desejei intimamente.
Nossa mente tem um poder violento sobre nossa vida e nem nos ligamos nisso.
Então precisamos mesmo reprogramar nossa forma de pensar e de ver a vida. Pensar em coisas boas, desejar fortemente alcançar nossos objetivos.
A força está no desejo. Os dias podem ser fortes como aço ou podemos deixar que o vento leve nossos sonhos e deixe apenas nossos olhos a ver navios.
Imagem do dia:
De braços abertos para o mundo!
Foto de J.P. Souza
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12:33 PM
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Quarta-feira, Outubro 11, 2006
Episodio de hoje:E NOS ACHAM BURROS...
Independente da minha torcida pela vitória do Lula nessas eleições, estou indignado e chego a ficar enojado com a postura dos grandes meios de comunicação no Brasil.
A campanha descarada que fazem em favor de um candidato chega a ser imoral, ilegal e não engorda, muito pelo contrário, deixa-nos magros e famintos por verdade.
Porque é isso. Falta-nos verdade. E então me lembro de uma frase que fala sobre o poder. ¿O poder mente¿.
A TV, o jornal, a revista, todos esses meios são poderosos demais para que deixemos passar em branco o que dizem. Imagine há quantos anos estamos engolindo idéias sem ao menos refletir se são verdadeiras, se estão corretas.
Foi assim nos anos 60 quando falavam que ¿comunistas comem criancinhas¿. E cada vez mais a tecnologia está nos prestando o ¿serviço¿ de barrar nossa capacidade de pensar.
Ainda sonho com a possibilidade de um dia termos um jornal, uma emissora que seja imparcial - de verdade. Sem essa de tentar fazer a cabeça do povo como se fôssemos burros. Gostaria de dizer que NÃO. NÃO somos burros.
Ao invés de ficarmos calados, devemos cobrar também deles o nosso direito de receber a verdade de modo imparcial. Não queremos, ou ao menos não deveríamos querer, todas as coisas ¿mastigadas¿, sem que precisemos pensar.
Isso também é responsabilidade do padre, do pastor, do professor, da mãe e do pai, dos filhos, dos netos.
Devemos ficar atentos ao que dizem nos jornais e na TV - falo tanto isso aqui que chego a ficar chato. Precisamos aprender a depurar, filtrar o que nos dizem para que não cometamos erros. Antes de tudo, se quisermos nos manter informados, temos que verificar diversos pontos de vista e colocar todos eles numa balança e tirar as próprias conclusões, para que não fiquemos à mercê daqueles que querem nos ludibriar e nos enganar.
Uma frase simples, que muda todo o sentido da noticia; uma ironia qualquer. Vejo isso todos os dias e me sinto revoltado.
Revolte-se também. Eles pensam que somos burros, mas podemos provar que é mentira.
Ah! Mais um detalhe: Eu posso não concordar com suas idéias, mas defendo até a morte o seu direito de dizê-las. Espero a mesma conduta de vocês.
Texto do dia
11/10/2006 - 08h59
Lula amplia para 11 pontos vantagem sobre Alckmin, diz Datafolha
Da Redação - Fonte: UOL
Em São Paulo
O presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, ampliou de 7 para 11 pontos a vantagem sobre Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência, no segundo turno da eleição, aponta pesquisa Datafolha realizada nesta terça-feira (10) em todo o país.
Trata-se do primeiro levantamento após o debate na TV Bandeirantes, no domingo (8). O petista oscilou de 50% para 51%, considerando o total de votos declarados pelos eleitores. O tucano registrou queda de três pontos, de 43% para 40%. Votos nulos somam 4% e não sabe 5%.
Considerando os votos válidos, o presidente Lula oscilou de 54% para 56% e ex-governador paulista, de 46% para 44%. Essas variações estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.
Entre os votos válidos, a diferença entre os dois aumentou quatro pontos. Subiu de oito no último dia 6 de outubro para 12 agora. Para vencer a eleição no próximo dia 29, o candidato deve somar mais de 50% dos votos válidos.
Debate
O levantamento mostrou ainda que Lula e Alckmin tiveram desempenho semelhante no debate de domingo. Para 43% dos que assistiram ao debate, o tucano venceu. Lula foi o melhor para 41%.
Entre os eleitores mais escolarizados e de maior renda, Alckmin também anotou queda, justamente os segmentos onde a audiência e o acesso às repercussões do debate foram maiores, segundo o levantamento.
O ex-governador perdeu eleitores de Heloísa Helena (PSOL) que pretendiam votar nele. Entre a pesquisa realizada na sexta passada e a de ontem, Alckmin perdeu nove pontos percentuais entre os ex-eleitores de Heloísa Helena (tem 39%), enquanto Lula ganhou quatro (foi a 36%). O restante se dividiu entre brancos/nulos e indecisos.
Regiões
O Datafolha captou uma diminuição das intenções de voto em Alckmin em vários segmentos importantes do eleitorado e nas regiões Sul (onde o tucano ainda vence por larga margem) e no Nordeste (onde Lula já liderava).
Na única região que o tucano lidera, a Sul, houve perda de três pontos e o petista ganhou cinco. No Nordeste, Lula somou mais quatro pontos, e Alckmin caiu quatro. O tucano também perdeu oito pontos entre os eleitores com idade entre 25 e 34 anos (cerca de 24% do eleitorado), enquanto Lula ganhou cinco.
Os eleitores que ganham mais de dois salários mínimos no Brasil representam 52% do total do eleitorado. Segundo a pesquisa, Lula ganhou e Alckmin perdeu pontos em todas as faixas de renda familiar mensal acima dos dois mínimos.
Lula cresceu entre aqueles que recebem entre cinco e dez salários mínimos, por exemplo. Passou de de 41% para 45% (mais quatro pontos), enquanto Alckmin caiu de 51% para 48 (menos três pontos).
Já entre os com ensino médio (cerca de 39% do eleitorado), Lula ganhou quatro pontos e Alckmin perdeu cinco. Entre os com ensino superior, o petista oscilou positivamente dois. O tucano perdeu três.
A pesquisa revelou também que 89% dos eleitores de Lula souberam dizer corretamente o número que devem digitar no dia 29. Entre os eleitores de Alckmin, 79% responderam corretamente qual é o número do candidato do PSDB a ser digitado na urna.
Dos entrevistados, 49% dizem aprovar o governo Lula (bom/ótimo), 33% classificam como regular e 17% afirmam desaprovar (ruim/péssimo). A pesquisa ouviu 2.868 eleitores em 194 cidades em 25 Estados. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 21.972/2006.
Imagem do dia

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12:55 PM
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
FIQUEM ATENTOS AOS NUMEROS
Os valores são totalizados considerando 8 anos de governo PSDB e 3 anos e
1/2 de governo Lula:
Número de policiais federais:
Lula: 11 mil PSDB: 5 mil
Operações da PF contra a corrupção, crime organizado, lavagem de dinheiro,
etc...:
Lula- 183 PSDB - 20
Prisões efetuadas pela PF:
Lula: 2.971 PSDB: 54
Criação de empregos :
Lula: 6 milhões (4 milhões com carteira assinada) PSDB: 700 mil
Média anual de empregos gerados :
Lula: 1,14 milhão PSDB: 87,5 mil
Taxa de desemprego nas regiões metropolitanas:
Lula: 8,3% PSDB: 11,7%
Desemprego em SP:
Lula: 16,9% PSDB: 19,0%
Exportações (em dólares):
Lula: 118,3 bilhões PSDB: 60,4 bilhões
Balança comercial (em dólares):
Lula: 103,3 bilhões (positivos) PSDB: - 8,4 bilhões (negativos)
Transações correntes (em dólares):
Lula: 30,1 bilhões (positivos) PSDB: - 186,2 bilhões (negativos)
Risco-país:
Lula: 204 PSDB: 2.400 (!!)
* No governo Lula, o país atingiu o patamar mais baixo da história.
Inflação:
Lula: 2,8% PSDB: 12,53%
Dívida com o FMI (em dólares):
Lula: dívida paga PSDB: 14,7 bilhões
Dívida com o Clube de Paris (em dólares):
Lula: dívida paga PSDB: 5 bilhões
Dívida pública:
Lula: 34,2% PSDB: 35,3%
Dívida externa:
Lula: 2,41% PSDB:12,45%
Investimento em desenvolvimento (em reais):
Lula: 47,1 bilhões PSDB: 38,2 bilhões
Empréstimo para habitação (em reais):
Lula: 4,5 bilhões PSDB: 1,7 bilhões
PIB:
Lula: 2,6% ao ano (até 2005) PSDB: 2,3% ao ano
Crescimento industrial:
Lula: 3,77% PSDB: 1,94%
* O lucro líquido das grandes empresas com ações em Bolsa quase triplicou nos 3 anos e meio de Governo de Lula em relação ao período da segunda gestão de FHC, de 1999 a 2002. Folha de S. Paulo (20/08/2006)
Produção de bens duráveis:
Lula: 11,8% PSDB: 2,4%
Aumento na Produção de veículos:
Lula: 2,4% PSDB: 1,8%
Crédito para a agricultura familiar:
Lula: 6,1% PSDB: 2,4%
Crescimento real do salário mínimo:
Lula: 25,3% PSDB: 20,6%
Valor do salário mínimo em dólares:
Lula: 152 PSDB: 55
Poder de compra do salário mínimo em relação à cesta básica:
Lula: 2,2 cestas básicas PSDB: 1,3 cesta básica
Aumento do custo da cesta básica:
Lula: 15,6% PSDB: 81,6%
Índice de Desigualdade social:
Lula: 0,559 PSDB: 0,573
Participação dos mais pobres na renda:
Lula: 15,2% PSDB: 14,4%
Número de pobres:
Lula: 33,57% PSDB: 34,34%
Número de miseráveis:
Lula: 25,08% PSDB: 26,23%
Transferência de renda (em R$):
Lula: 7,1 bilhões PSDB: 2,3 bilhões
Média Transferência de renda por família:
Lula: 70 reais PSDB: 25 reais
Atendidos pelo programa Saúde da Família:
Lula: 43,4% PSDB: 30,4%
Atendidos pelo programa Brasil Sorridente (atendimento odontológico):
Lula: 33,7% PSDB: 17,5%
* 15 milhões de brasileiros foram pela primeira vez ao dentista.
Mortalidade infantil indígena (por 1000 habitantes):
Lula: 21,6 PSDB: 55,7
Número de turistas que vêm ao Brasil:
Lula: 4,6 milhões PSDB: 3,8 milhões
Pró-jovem - estudo subsidiado
Lula: 93 mil (18 a 24 anos) PSDB: não havia programa, nem registro.
* 100 reais por mês de subsídio a cada estudante
Bolsa Família
Lula: 11,1 milhões de famílias PSDB: o programa era o Bolsa Escola com menos atendidos e atendimento mais limitado.
* Educação e subsídio alimentar
Incremento no acesso a água no semi-árido nordestino
Lula: 762 mil pessoas e 152 mil cisternas PSDB: zero, não havia programa.
Distribuição de leite no semi-árido (sistema pequeno produtor)
Lula: 3,3 milhões de brasileiros PSDB: zero, não havia programa.
Áreas ambientais preservadas
Lula: incremento de 19,6 milhões de hectares (2003 a 2006) Do ano de 1500
até 2002: 40 milhões de hectares
Apoio à agricultura familiar
Lula: 7,5 bilhões (safra 2005/2006) PSDB: 2,5 bilhões (último ano de governo)
* O governo Lula investirá 10 bilhões na safra 2006/2007
Compra de terras para Reforma Agrária
Lula: 2,7 bilhões (2003 a 2005) PSDB: 1,1 bilhão (1999 a 2002)
Investimento do BNDES em micro e pequenas empresas:
Lula: 14,99 bilhões PSDB: 8,3 bilhões
Investimentos em alimentação escolar:
Lula: 1 bilhão PSDB: 848 milhões
Investimento anual em saúde básica:
Lula: 1,5 bilhão PSDB: 155 milhões
Equipes do Programa Saúde da Família:
Lula: 21.609 PSDB: 16.698
População atendida pelo Prog. Saúde da Família:
Lula:70 milhões PSDB: 55 milhões
Porcentagem da população atendida pelo Programa Saúde da Família:
Lula: 39,7% PSDB: 31,9%
Pacientes com HIV positivo atendidos pela rede pública de saúde:
Lula: 151 mil PSDB: 119 mil
Juros:
Lula: 16% PSDB: 27% (!!!!)
Índice BOVESPA
Lula: 35,2 mil pontos PSDB: 11,2 mil pontos
Dívida externa:
Lula: 165 bilhões PSDB: 210 bilhões
Desemprego no país:
Lula: 9,6% PSDB: 12,2%
Dívida/PIB:
Lula: 51% PSDB: 57,5%
Eletrificação Rural - Luz Para Todos
Lula: 3 milhões de pessoas PSDB: 2,7 mil pessoas
Livros gratuitos para o Ensino Médio
Lula: 7 milhões PSDB: zero
Geração de Energia Elétrica
Lula: 1.567 empreendimentos em operação, gerando 95.744.495 kW de potência.
Está prevista ara os próximos anos uma adição de 26.967.987 kW na capacidade de geração do País, proveniente os 65 empreendimentos atualmente em construção e mais 516 outorgadas.
PSDB em final de governo: apagão
Privatizações
Lula: zero PSDB : 100 bilhões ( onde foi parar?)
Fontes: IBGE, IBGE/Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar - desde 1994); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado;
posted by PARRIOT PB |
1:08 PM
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Segunda-feira, Outubro 02, 2006
Imagem do fotolog do meu "carinho"
Até quando as pessoas fingirão de que o problema não é nosso?
posted by PARRIOT PB |
1:07 PM
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